Voltar a Estudar Depois dos 30: Brasileiras Retomam a Graduação e Inspiram Outras Mulheres
Ivanir (54), Julia (36) e Mara (38) compartilham experiências de quem voltou a estudar após anos afastada da sala de aula — e mostram que nunca é tarde para conquistar o diploma com graduação EAD acelerada.
Publicado originalmente no EGOBrazil / Portal iG — por Andréia Mott — 6 de março de 2026
Neste artigo
- Mulheres lideram a retomada dos estudos no Brasil
- Três mulheres, três recomeços — histórias de quem voltou a estudar
- O avanço feminino na educação — em números
- 5 estratégias de quem voltou a estudar depois dos 30
- Graduação acelerada: como conquistar o diploma em até 12 meses
- O diploma como ferramenta de transformação profissional
- Perguntas frequentes
Mulheres lideram a retomada dos estudos no Brasil

Ivanir Aparecida Machado, Julia Russo e Mara Silva compartilham experiências de quem voltou a estudar após anos afastada da sala de aula. Foto: EGOBrazil / iG
Voltar a estudar depois dos 30 deixou de ser exceção e se tornou um movimento crescente entre as brasileiras.
As mulheres representam 59,1% das matrículas no ensino superior brasileiro, segundo o Censo da Educação Superior mais recente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esse avanço coincide com um novo cenário educacional: profissionais adultas decidindo voltar a estudar depois dos 30 para ampliar renda, mudar de carreira ou conquistar estabilidade.
Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, cresce a procura por graduações aceleradas e cursos de requalificação profissional que permitam concluir a formação em menos tempo e retornar ao mercado com novas oportunidades. Para muitas mulheres, a graduação EAD se tornou a única forma viável de conciliar trabalho, filhos e estudos.
Três mulheres, três recomeços — histórias de quem voltou a estudar
Mara Silva, 38 anos — de mãe adolescente a universitária
Mara interrompeu os estudos ainda no ensino médio após engravidar da primeira filha. Anos depois, concluiu a formação básica pelo EJA, iniciou uma graduação em radiologia, mas precisou trancar o curso durante a pandemia por dificuldades financeiras. Em 2024, após iniciar um novo trabalho, encontrou na modalidade digital uma alternativa para retomar a formação.
“A plataforma é muito intuitiva e posso definir o horário em que vou estudar. Faço tudo no meu tempo e no conforto da minha casa. O marketing digital está crescendo muito e o curso me ajuda tanto na carreira quanto na preparação para concursos públicos.”
Ivanir Aparecida Machado, 54 anos — Cascavel/PR
A maternidade foi o principal fator que afastou Ivanir dos estudos por mais de duas décadas. Moradora de Cascavel (PR), ela decidiu voltar a estudar depois dos 30 — na verdade, depois dos 50 — provando que a idade nunca é impedimento quando existe determinação.
“Fiquei mais de 20 anos sem estudar, então encontro dificuldades, mas estudar é a coisa mais importante na vida de qualquer pessoa.”
Julia Russo, 36 anos — São José dos Campos/SP
Para Julia, que também decidiu voltar a estudar depois dos 30, o principal obstáculo era o deslocamento e a dificuldade de conciliar trabalho com aulas presenciais. A mudança para o ensino a distância permitiu retomar o projeto de concluir o ensino superior sem abrir mão da rotina profissional.
“A plataforma mudou o jogo para mim. Consigo estudar no horário que faz sentido dentro da minha rotina e conciliar com as demandas da casa. O diploma traz autonomia e credibilidade. A internet tem muito conteúdo, mas o diploma certifica que temos conhecimento.”
O avanço feminino na educação — em números
Dados do Censo Demográfico 2022 do IBGE mostram que 20,7% das mulheres adultas possuem ensino superior completo no Brasil — proporção significativamente maior que a dos homens (15,8%). As mulheres também já são maioria nas bolsas de mestrado (54%) e doutorado (53%), segundo o CNPq e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O crescimento educacional feminino, no entanto, convive com desafios práticos: conciliar trabalho, filhos e estudos ainda é a principal barreira para quem decide voltar a estudar depois dos 30. Para muitas brasileiras, a faculdade EAD de curta duração se tornou a solução mais viável.
Cursos digitais e modelos acadêmicos mais curtos ganharam espaço entre profissionais que desejam voltar a estudar depois dos 30 anos. A possibilidade de estudar em horários flexíveis e avançar em ritmo próprio tem reduzido a evasão e ampliado a permanência em cursos de formação. Quando o estudo se adapta à rotina da pessoa, a chance de abandono diminui.
5 estratégias de quem voltou a estudar depois dos 30 — e não desistiu
Com base em suas próprias experiências de superação e rotina, as alunas que decidiram voltar a estudar depois dos 30 compartilham as 5 principais estratégias para quem deseja seguir o mesmo caminho:
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Graduação acelerada: como conquistar o diploma em até 12 meses
Para quem decidiu voltar a estudar depois dos 30 e já tem experiência profissional ou uma formação anterior, a graduação acelerada online é o caminho mais rápido para conquistar o diploma de ensino superior. Diferente do modelo tradicional de 4 a 5 anos, esse formato permite concluir a formação em até 12 meses, com aproveitamento de disciplinas já cursadas e certificações profissionais.
O modelo funciona especialmente bem para mulheres que precisam conciliar trabalho, filhos e estudos, pois oferece:
O diploma como ferramenta de transformação profissional

Tiago Zanolla, fundador da UFEM Educacional, acompanha o crescimento de mulheres que retomam os estudos para ampliar oportunidades profissionais. Foto: EGOBrazil / iG
Segundo Tiago Zanolla, professor de concursos públicos e fundador da UFEM Educacional, o público feminino lidera o movimento de voltar a estudar depois dos 30 no Brasil. Muitas alunas interromperam a graduação por maternidade ou mudança de carreira e agora buscam formação flexível para avançar profissionalmente.
“O diploma deixou de ser apenas um título acadêmico e passou a ser uma ferramenta concreta de transformação profissional. Muitas mulheres voltam a estudar com um objetivo muito claro de reposicionar a própria carreira.”
Para o professor, o retorno dessas profissionais à educação formal também gera efeitos positivos para as empresas. “Profissionais que retomam os estudos ampliam competências e aumentam a capacidade de atuação dentro das organizações. A empresa que incentiva a formação está investindo na própria competitividade”, afirma.
Zanolla destaca que o crescimento da procura por formação acelerada revela uma mudança na forma como a educação é percebida no país: “Muitas mulheres voltam a estudar com um objetivo muito claro de reposicionar a própria carreira. O aluno adulto precisa de um percurso claro e de resultados mais rápidos para continuar motivado.”
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Dúvidas sobre voltar a estudar depois dos 30
Fonte da reportagem
Reportagem publicada originalmente no EGOBrazil / Portal iG, por Andréia Mott, em 6 de março de 2026.
Acesse a matéria completa: egobrazil.ig.com.br/brasileiras-retomam-estudos-e-inspiram-outras-mulheres
Referências adicionais:
Inep — Censo da Educação Superior | IBGE — Censo Demográfico 2022 | CNPq — Bolsas de Mestrado e Doutorado | MEC — Decreto nº 9.057/2017 (regulamentação EAD)
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